O clima de tensão social gerado  após a eleição de Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM da Câmara dos Deputados impressionou o humorista Márvio Lúcio, conhecido como Carioca, e o fez desistir da imitação do bispo Edir Macedo.

Carioca, integrante do programa Pânico na Band, vinha interpretando uma imitação caricata do líder da Igreja Universal do Reino de Deus, num quadro chamado “A Turma do Didi Maiscedo”, no Pânico.

“Esse clima de incitação religiosa assusta. Não vale a pena fazer humor com preocupação”, diz o humorista, que substituiu apenas o personagem. Agora, Carioca imita o jornalista Marcelo Rezende, que é apresentado como “Marcelo Sem Dente”, no mesmo cenário de antes, claramente inspirado no programa da IURD Fala que Eu Te Escuto. No quadro, um pastor exorciza demônios que supostamente possuíram aparelhos domésticos.

O humorista justifica a mudança dizendo que “estava com freio de mão puxado”, e nega que tenha sofrido pressão para trocar o personagem: “Eu me antecipei. Religião é difícil. Meu conteúdo estava restrito”, afirma, de acordo com informações do Uol.

A repercussão negativa que o humorista Marcelo Adnet sofreu ao criar o quadro “Casa dos Autistas”, quando trabalhava na MTV foi lembrada por Carioca: “Ficou mal para o Marcelo Adnet. Imagina se eu cometo um excesso desses, mas falando de religião”, pondera.

Fonte: Gospel +

 

Israel tornou-se o lar da maior população judaica do mundo, ultrapassando os Estados Unidos pela primeira vez. A marca de seis milhões de judeus no país possui um significado histórico, pois este foi o número de judeus mortos no Holocausto.

Estatísticas do último censo revelam que a população total de Israel chegou a oito milhões, com um razoável aumento na comunidade judaica impulsionado pelo retorno dos membros da diáspora. Em comparação, nos EUA vivem hoje 5.5 milhões de judeus, sendo que dois milhões estão concentrados na região de Nova York. Além disso, meio milhão vivem na França e cerca de 290.000 no Reino Unido.

Os números do censo, divulgados sexta-feira (29), revelam que 1.6 milhões de árabes residem em Israel. Os cristãos oficialmente são 350.000 e uma pequena parcela se declarou sem religião.

Antes do Holocausto, a população judaica global era estimada em 18 milhões, enquanto hoje é de aproximadamente 13.8 milhões. O professor Sergio Della Pergola, da Universidade Hebraica de Jerusalém, disse: “Israel, de fato, experimentou no ano passado um crescimento no número de judeus, mas a população judaica do mundo continua em declínio”.

O historiador israelense Tom Segev comemorou: “Seis milhões é um número absolutamente simbólico, mas a maioria dos judeus ainda vive fora de Israel. Mas, dentro de cinco, sete ou 10 anos, você pode ser capaz de dizer que a maioria dos judeus do mundo mora em Israel e será correto dizer que, pela primeira vez em 2.000 anos, os judeus estão de fato em Israel”.

Uma parte significativa da população judaica de Israel vive na região de Tel Aviv. Um relatório recente no jornal Haaretz sugere que 80% da população de Israel irá viver na capital do país até 2025.

Para os estudiosos da Bíblia, este fato histórico é um cumprimento das profecias do Antigo Testamento, depois do restabelecimento do Estado de Israel (Isaías 66:7-8) e da volta dos judeus para lá, a própria terra verá um milagre de recuperação (Isaías 35). Como isso, o povo Judeu será reunido na Terra Santa vindos dos “quatro cantos da terra” no final dos tempos (Isaías 11:10-12). 

Fonte: Gospel Prime com informações Daily Mail.

 

A série de TV “The Bible”, produzida pelo canal History Channel e que no Brasil será exibida pela Rede Record, tem sido sucesso de público nos Estados Unidos e está impulsionando grandes estúdios de Hollywood a produzirem filmes com temática Bíblica.

De acordo com o Charisma News, a Fox Films está preparando um filme focado na vida de Moisés, que será dirigido por Ridley Scott. O filme, que contará a vida do líder do Antigo Testamento, incluindo seu relacionamento com o Faraó Ramsés II, terá como protagonista o ator Christian Bale, mais conhecido por seu papel como Batman.

A vida de Moisés foi também escolhida como tema pela Warner Bros, que segundo o site Omelete está tentando convencer Steven Spielberg a dirigir “Gods and Kings”, filme épico sobre a vida de Moisés. O filme mostraria a vida de Moisés desde seu nascimento até sua morte, passando pela sua liderança no antigo Egito no levante dos judeus escravizados, as dez Pragas, a fuga pelo Mar Vermelho e o recebimento das Tábuas com os Dez Mandamentos.

A série The Bible tem causado impacto também na vida dos atores que participam do projeto. O ator Diogo Morgado, que interpretou Jesus no episódio da série apresentado nesse domingo, afirmou que viu sua vida passar como um flashback durante as gravações, e disse que “se o objetivo do um ator é contar a melhor história de todas, não há maior história do que a de Jesus Cristo”.

- É a história do amor supremo, e do jeito que ele pode tocar as pessoas. É apenas um privilégio, fica para além das palavras ter a oportunidade de fazer isso. Ele teve realmente uma jornada pessoal e uma jornada espiritual. E isso me tocou, de uma forma que eu ainda estou digerindo. (…) Ele ainda está vivo – completou o ator.

O episódio da série apresentado no domingo de Páscoa contou a história da crucificação de Jesus, e foi encarado por toda a equipe de produção como uma forte experiência emocional.

Fonte: Gospel +

 

Os deputados federais Jean Wyllys, Érica Kokay e Domingos Dutra entraram com uma ação criminal contra o deputado e pastor Marco Feliciano, seus assessores e, também, contra o pastor Silas Malafaia, acusando-os de crimes como difamação, calúnia, falsificação de documentos, formação de quadrilha, falsidade ideológica e improbidade administrativa.

Em seu site oficial, Wyllys justifica a ação criminal afirmando que o pastor Silas Malafaia “é amplo divulgador de campanhas ilegais contendo inverdades e ofensas” contra ele. O deputado afirma ainda que Malafaia “faz isso através dos seus perfis oficiais nas redes sociais e de outros não oficiais”, ressaltando que os perfis que ele classifica como não oficiais não são contestados pelo pastor.

O texto publicado no site de Wyllys, assinado pelo advogado Antônio Rodrigo Machado, afirma ainda que as campanhas midiáticas, supostamente organizadas pelos pastores, colocaram em risco a vida do parlamentar, e classifica os pastores e outras pessoas relacionadas como réus no processo como uma “cadeia criminosa organizada”.

O pastor Silas Malafaia comentou o assunto em seu site. Afirmando que vai entrar na Procuradoria Geral da República com uma ação contra os três deputados por denunciação caluniosa, o pastor ressalta que as acusações feitas contra ele tem como base mensagens publicadas em um perfil falso no Facebook, com o qual ele não teria nenhuma relação. Malafaia detalha ainda que na mesma denúncia em que seu nome está relacionado estão misturados assuntos que não tem nenhuma relação com ele, e classifica a ação como um jogo “inescrupuloso e bandido” que tenta o incriminar.

O uso de um perfil falso como base das acusações é comentado também pelo jornalista Reinaldo Azevedo, da Revista Veja. De acordo com o jornalista, a própria representação feita pelos parlamentares “fala sobre a existência de perfis falsos, mas parte do princípio de que os responsáveis por eles são justamente os que têm seus respectivos nomes usados à revelia”.

- Chega a ser uma piada que Wyllys processe Feliciano, dizendo-se perseguido. Ora, quem é que lidera a campanha nacional contra o presidente da comissão? Incluir Malafaia na peça acusatória é a evidência escancarada de má-fé. Ele não é político, não está na comissão; é, apenas, alguém com o direito a uma opinião – comentou o jornalista, que disse também que a tentativa do processo é de cercear o pensamento e a liberdade de expressão.

- O Brasil vai ficar lotado de aiatolás bondosos dizendo o que podemos pensar ou não, o que podemos dizer ou não, que religião podemos ter ou não. Os que acreditam em Deus devem deixar de lado essa ideia estúpida de absoluto e acreditar em Wyllys – criticou.

Azevedo diz ainda que os acusadores estariam interessados em juntar seus adversários “no mesmo saco de gatos”, e classifica as ações dos parlamentares como um espetáculo de intolerância.

- Espero que a mesma imprensa que está endossando esse espetáculo de intolerância não venha a pagar caro por sua estupidez. Está confundindo o direito à divergência e ao protesto – conclui o jornalista.

Fonte: Gospel +

 

Após a onda de ataques a Marco Feliciano (PSC-SP), algumas figuras formadoras de opinião começam a ponderar sobre a questão envolvendo sua eleição à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.

A jornalista Rachel Sheherazade, âncora do SBT Brasil, foi a primeira a se manifestar contra o exagero em torno dos protestos contrários a Feliciano. Agora, o jornalista Alexandre Garcia, que comenta política na TV Globo e na rádio Metropole, de Brasília, saiu em defesa de Feliciano dizendo que no Brasil, opinião não é crime.

“Tá uma novela essa história do pastor Marco Feliciano [...] Dois militantes foram presos, eu vi uma foto no jornal, uma coisa horrível. Um manifestante, em pé, em cima da mesa que é ocupada pelos deputados. Aí não dá, é um exagero [...] Eu ouvi o noticiário todo, e o noticiário sempre começa assim: ‘o pastor Marco Feliciano, acusado de opiniões homofóbicas e racistas…’ Opa, agora me deram a chave de tudo isso. Se ele é acusado por opinião, supõe-se então que aqui no Brasil exista crime de opinião, e não existe. Ele não pode ser acusado de opinião, se a opinião é livre, e é protegida pela Constituição. Cada um pode ter a sua opinião”, ponderou o jornalista.

Garcia ainda ressaltou que “no momento em que ele puser em prática o racismo, incitar as pessoas ao racismo, ou à homofobia, aí sim” poderia ser acusado, e complementou: “Mas enquanto ele expressar a opinião dele, como ele tem expressado, que é contra o casamento gay… Deu uma declaração sobre a África, que se eu fizer uma declaração sobre a América do Sul dizendo mais ou menos a mesma coisa, ninguém vai me acusar de racismo”.

Ouça o comentário:

Já o jornalista Ricardo Noblat, do jornal O Globo, ironizou afirmando que os holofotes colocados sobre Feliciano trouxeram tranquilidade para o senador Renan Calheiros e o deputado Henrique Eduardo Alves, ambos do PMDB, e que recentemente assumiram a presidência do Senado e da Câmara dos Deputados, respectivamente.

“Comunicado público: Henrique Eduardo Alves e Renan Calheiros agradecem de coração ao pastor Marco Feliciano o seu desempenho como presidente recém-eleito da CDHM”, escreveu, em tom sarcástico.

A crítica de Noblat se estende e alcança a organização Avaaz, que protestou contra Calheiros e depois “esqueceu” o caso para promover protestos contra Feliciano: “Cadê o movimento que recolheu mais de uma milhão e meio de assinaturas pedindo o afastamento de Renan (PMDB-AL) da presidência do Senado por falta de decoro? Esgotou-se? Sua única finalidade era amealhar as assinaturas? Não se ouvirá mais falar dele nas redes sociais? Nem do alvo de sua sanha? Justificável sanha, por sinal! Alvo bem escolhido”, criticou.

O presidente da Câmara dos Deputados também foi citado pelo jornalista, que relembrou os protestos contra ele por causa dos privilégios estendidos aos colegas parlamentares: “É de R$ 26.700,00 o salário mensal de um deputado. Mas ele recebe um segundo salário para pagar de R$ 34 mil. É pago mediante a apresentação de notas fiscais. Ninguém checa se as despesas foram de fato realizadas e se as notas não são frias. Henrique saldou mais três parcelas do preço de sua eleição: aumentou o auxílio-moradia de R$ 3 mil mensais para R$ 3.800,00; eliminou o limite de reembolso para assistência médica aos colegas; e aprovou a criação de 59 cargos em comissão. Em sua defesa, lembra que limitou o pagamento do 14º e 15º salários anuais aos deputados”, disse Noblat.

O senador Magno Malta, em discurso realizado na última semana, destacou que apesar de ter divergências de ideias com o pastor Marco Feliciano, defende a democracia e entende que ele precisa ser respeitado como parlamentar, por ter sido eleito democraticamente.

“O deputado Marco Feliciano pode pensar diferente do deputado Jean Wyllys, e até deve, porque fica bem para a democracia. E o deputado Jean Wyllys precisa, pelo bem e respeitando a democracia, ser contra o deputado Marco Feliciano no que pensa, nas suas bandeiras. Mas são obrigados, e devedores, ambos, do respeito um ao outro. Porque nós temos dívidas com os homossexuais. Temos. E qual é a dívida? É a que a Bíblia fala: ‘A ninguém deveis nada, exceto o amor’, respeito. Nós devemos o respeito como eles também nos devem o respeito. E se na pluralidade da democracia, na proporcionalidade ou em acordo de partidos, coubesse ao PSOL do deputado Jean Wyllys a presidência da Comissão de Direitos Humanos, caberia ao deputado Marco Feliciano votar nele, respeitá-lo”

Confira a íntegra do discurso de Magno Malta no vídeo abaixo:

O próprio Feliciano tem rebatido as críticas usando o histórico da CDHM como comparação: “Não lembro de nada de mais relevante que a comissão tenha feito nos dois anos anteriores. A CDH é uma comissão de mérito: recebe e apura denúncias, nada muito além disso. E é o que estamos fazendo”, disse, de acordo com informações de Lauro Jardim, no site da revista Veja.

Sobre os manifestantes, Feliciano afirma que espera deles uma postura mais racional: “Gostaria muito que eles parassem para ouvir as reuniões. Veja se eles fazem isso no plenário, nas sessões comandadas pelo presidente Henrique (Eduardo Alves)? Lá, eles sequer podem bater palmas. O que eles fazem na CDH não é democracia”, criticou.

Fonte:  Gospel+

 

 

A ciência e a religião por muitas vezes tem versões diferentes para os mesmos fatos, e em muitas questões, as teorias se opõem completamente ao que a Bíblia diz.

Uma pesquisa encomendada pela NASA acaba de dar sentido ao versículo 2 do primeiro capítulo de Gênesis: “E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo”.

Dados coletados por um satélite científico protoplanetário, que circunda o sistema estelar CoKu Tau 4, na constelação de Touro, levaram à conclusão de que planetas como a Terra se formam na escuridão de refugo e detritos da sua estrela central, coincidindo com a descrição do livro de Gênesis, que prega que o planeta era sem forma e vazio em seus estágios iniciais de desenvolvimento.

Os cientistas da NASA afirmaram ainda, segundo informações do PRNewsWire, que a descrição bíblica do livro de Gênesis é “incrivelmente precisa, tendo em vista o fato de que a palavra hebraica traduzida ‘dia’ (yom) pode significar vários períodos de tempo, e não apenas um período de 24 horas”, o que coincidiria com o relato bíblico de que Deus criou o mundo em “dias”.

Essas descobertas da Nasa também revelaram que como um planeta amadurece dentro de seu casulo empoeirado de forma gradual, acaba sugando toda a poeira entre ele e o sol, o que seria compatível com o que o livro de Gênesis diz no versículo três: “Haja luz”, que a ciência trata como “Luz difusa”.

Segundo o PRNewsWire, somente nos últimos estágios de formação do planeta, a luz do sol, já existente, a lua e as estrelas seriam visíveis da Terra: “Esta informação corresponde a Gênesis 1:16, para o dia quatro da criação, quando se olha pelo contexto do idioma hebraico. ‘E Deus passou a fazer (‘a-sah’) os dois grandes luminares [...] e também as estrelas’. A palavra hebraica ‘a-sah’ não significa criar, mas sim para realizar, ou levar a termo”, escreveu Paul Hutchins no portal.

Os dados da NASA mostram que a Terra foi formada a partir de resíduos e detritos do sol, e que a luz surgiu lentamente em etapas, na forma exata que foi descrita em Gênesis, e fazendo a passagem bíblica ser reconhecida como “cientificamente precisa quando lida no contexto de sua linguagem original, o hebraico”.

Por Tiago Chagas, Fonte: Gospel+

 

Irônico, Marco Feliciano contra-ataca ativistas gays e anuncia “renúncia”. AssistaO pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo PSC e presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados decidiu contra-atacar às investidas da militância homossexual e divulgou um vídeo falando sobre renúncia.

Usando o pedido de renúncia dos ativistas gays com ironia, o vídeo foi publicado pelo próprio pastor em seu perfil noTwitter e fala que Marco Feliciano decidiu renunciar devido à conduta dos manifestantes.

No vídeo, são mostradas cenas controversas dos defensores do movimento homossexual, como nos casos em que o presidente da ABGLT , Toni Reis, agride um idoso durante uma sessão da CDHM; manifestantes tumultuam a porta de um templo da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento; ou nas manchetes de diversos portais de notícias que relatam violência contra homossexuais perpetrada por seus próprios parceiros.

No vídeo há ainda alusão à defesa do ensino de sexualidade a crianças, do financiamento público para divulgação de material com conteúdo homossexual e a prática do aborto.

Ao final do vídeo, o texto explica que Feliciano decidiu “renunciar à sua privacidade [...] noites de paz e sono tranquilo [...] e momentos com a família” para se posicionar contra o desejo de privilégios por parte dos ativistas gays.

Confira no vídeo abaixo:

Por Tiago Chagas, Fonte: Gospel+

 

O que está gerando tanta fúria para tentar impedir a posse do  deputado ‪Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara de Deputados? Seria a pessoa do deputado Marco Feliciano? Seria o seu partido, o PSC? Claro que não. Ninguém conseguiu demonstrar nada que pudesse denegrir a imagem do deputado e com isso inviabilizá-lo ao cargo. O seu partido, embora o nome tenha a palavra cristão, é um partido plural que não representa só o seguimento evangélico ou o católico, como poderia parecer. Não parece que este partido tenha compromissos com instituições religiosas que transcendam os seus interesses naturais de busca pelo poder, como qualquer outro partido político. Evangélicos ou católicos têm em todos os partidos e os anticristãos irão atrás dos verdadeiros cristãos aonde eles estiverem.

Mas por que tanta fúria dos opositores a ponto de o deputado ter que sair escoltado do seu local de trabalho no dia 6 de março de 2013? A razão parece evidente. Enquanto o número de evangélicos cresce no país e ocorre um fortalecimento do pensamento cristão, há também uma tentativa de impor uma ditadura de minoria dos que discordam desse pensamento. Por não aceitarem os princípios cristãos, estão partindo para uma intolerância religiosa implacável e são furiosamente contra qualquer pessoa que defenda esses valores. Para isso, não se furtam sequer de praticar violências, difamações, etc.

O Jornal O Globo do dia 7 de março de 2013, dia em que estou escrevendo este artigo, publicou um vídeo em que, não o deputado, mas o pastor Marco Feliciano pede ofertas em sua igreja. A matéria tem um tom pejorativo e jocoso. Como não sou da igreja dele, não tenho nada a ver com o método que ele se utiliza para pedir ofertas. As pessoas têm o direito de fazer o que quiserem com os seus patrimônios, inclusive as daquela igreja. Se o pastor Marco Feliciano e seus membros tivessem vergonha ou achassem que estavam fazendo algo errado ao pedirem e doarem ofertas, eles não o fariam sendo filmados.

Aliás, o que têm essas mídias com as ofertas? Querem proteger o patrimônio do povo? Claro que não. A parte maldosa da mídia que dá essa abordagem é da tropa de choque anticristã. Sabem que estas ofertas correspondem à construção de mais templos, mais pregações e mais conversões, o que a desespera.  Se fossem preocupados com a proteção do patrimônio da sociedade, não fariam propaganda de loterias e de outros jogos de azar, pois sabem que a probabilidade de se ganhar é minúscula e não vale à pena gastar os recursos que têm, sabendo que uns ganham e muitos perdem. Se há algum bem para poucos, há frustração e prejuízos para milhões.

Quando um órgão de mídia publica um vídeo em que se pede oferta com o intuito de denegrir a imagem de um parlamentar, fiquem certos de que é o pior que foi encontrado. Como ele está fazendo isso entre um grupo de pessoas membras voluntárias de uma comunidade, isso é problema deles. Se realmente não encontraram nada, parabéns para o deputado. Para o jornal, lamento atacarem de forma tão covarde o parlamentar, além de não respeitarem a liturgia do culto, a vida particular da comunidade, de seus membros e dos evangélicos de um modo geral.

Estes mesmos órgãos de imprensa, patrocinados por bancos, falam com parcimônia dos juros exorbitantes dos bancos e ainda fazem campanha contra os governos que atingem os interesses dos donos do dinheiro. Você sabe por que na grande mídia costuma prevalecer o pessimismo exagerado na economia? Porque o pessimismo no controle inflacionário indica que os juros “precisam subir”. Juros mais altos significam mais dinheiro no bolso dos donos do capital, sócios das mídias, à custa de risco de desemprego para o trabalhador.

Não nos enganemos, há uma mistura de verdades e mentiras em alguns noticiários em que há evidente disputa de interesses econômicos e políticos. De acordo com os interesses, o que é mentira, pode ir para o rol das verdades e o que é verdade pode ir para o rol das mentiras, tudo conforme uma composição de valores morais dos editores, associada aos interesses envolvidos: ora prevalece os valores, ora os interesses. Veja: o que parece uma matéria inocente, mostra um vídeo que está no ar há muito tempo. Por que só agora mostraram? Coincidência? O jornal publica em destaque exatamente no dia em que vão decidir sobre a posse do deputado na referida comissão. A matéria, parecendo um furo de reportagem, pega o cidadão desarmado, causando-lhe furor e rejeição ao parlamentar.

Os cristãos definitivamente defendem valores que julgam ser importantes para a sociedade. Valores esses que protegem, por exemplo, a vida e a família. Agora, lamento que estes setores da mídia, sensíveis ao aborto – morte de crianças, ou por queima de arquivo, para não denunciar um ato imoral sigiloso, ou por qualquer outra forma de rejeição – ou porque são favoráveis a leis que prestigiem a legalização das drogas e da prostituição, ou porque defendem o sepultamento do Supremo Interesse do Menor e a exaltação do Supremo Desprestígio do Menor, ao darem crianças como experiências forçadas de relações afetivas incertas para elas. Enfim, os cristãos são atacados porque alguns preferem, por exemplo, depois de uma noite de sexo regada a uísque  com a amante em um dos motéis da cidade, terem como refeição a sua família esmagada e, de sobremesa, um bebê, gerado na orgia, triturado por um aborto.

 

Por Rubens Teixeira Via Gospel +

 

Quando coisas ruins acontecem na vida das pessoas é comum o questionamento “Onde Deus estava?”. Mas e quando acontecem coisas boas? Ou melhor, onde está Deus no dia a dia do cristão?

Um clipe produzido pela produtora Inspire para o musical “Natal para Sempre” foi apresentado na Primeira Igreja Batista em São José dos Campos no final do ano passado. Pouco tempo depois, começou a ser divulgado pela internet e gerou mais de 100 mil acessos em pouco mais de um mês. Muitas pessoas comentam como a mensagem as tocou. O vídeo foi repostado muitas vezes, a maioria com o nome “Jesus está com você em todos os momentos!”.

Trata-se de um minifilme que acompanha a música de David Phelps “The name lives on”, cuja versão em português já existe com o nome “Jesus Será o Rei”.

Com a direção de Bruno M. Amaro, as imagens mostram como seria se pudéssemos ver Jesus ao nosso lado.

A sequência filmada em pouco mais de 4 minutos não tem legenda, mas mostra um Jesus que não está alheio as agruras da humanidade, que ri junto e que consola.

Assista:

Veja a tradução da canção:

O Nome que permanece
É óbvio que um nome é apenas uma palavra.
Pode ser facilmente esquecido assim que o ouvimos.
Mas um Nome foi falado antes do primeiro dia do mundo
E ainda haverá quando tudo o que é deixar de existir.

Saído da boca de Deus
Chegou aos ouvidos de Maria nas asas de um anjo
Jesus, Jesus
A Palavra que veio dar a vida por nós.
A música que toda a criação canta.
Jesus, Jesus, as mais importantes nações da terra vêm e vão
Mas Jesus é o Nome que permanece

Quando acordo de um pesadelo horrível
O desespero me alcança e me envolve
Quando estou com tanto medo que nem sei como orar
Eu simplesmente digo este Nome, e o sinto que ele expulsa todo o medo.

Esperança e promessa eternas: o amanhecer sem fim
Quando o tempo finalmente chegar ao fim

 Jesus é o Nome que permanece 

 

Jovens Consagrados