Quarta, 30 Julho 2014 19:01

Culto Jovem na Congregação da Lavrinha

Quarta, 23 Julho 2014 18:47

Culto na Congregação do Novo Horizonte

Terça, 08 Julho 2014 12:10

Adora-Lavras (Jardim Glória)

Sexta, 04 Julho 2014 05:55

Culto Jovem - 21/06/2014

Os DVDs da Cantata Jovem 2013 já estão disponíveis para os irmãos que desejarem adquirir uma lembrança do evento.

Ao valor de R$15,00 é possível adquirir o Box Duplo contendo os DVDs dos dois dias de evento. Eles estão disponíveis na livraria do Templo Sede da nossa igreja.

Também estão disponíveis os DVDs da 41ª UMADESMIG.

Confira dois louvores que se encontram no DVD:

Quinta, 19 Junho 2014 19:58

Adquira já o DVD da 41ª UMADESMIG

Estão disponíveis na livraria do Templo Sede da nossa igreja o DVD da 41ª edição da UMADESMIG (União da Mocidade das Assembleias de Deus do Sul de Minas Gerais).

Ao valor de R$15,00 você adquire o Box Duplo, contendo dois DVDs com mensagens dos pastores Ângelo Galvão, Tárcis Júnior e Jonas Pires, que foram preletores do evento.

Também estão disponíveis o DVD da Cantata Jovem 2013.

Na última quarta-feira foi aprovada pelo Senado a “Lei da Palmada”, lei que tem como objetivo punir castigos que resultem em sofrimentos físicos a crianças. Rebatizada para “Lei Menino Bernardo”, em homenagem a uma criança que teria sido morta pela madrasta e pelo pai, a lei motivou uma série de discussões e polêmicas por todo o país.

Um dos críticos da lei é o pastor e deputado federal Marco Feliciano, que foi um dos integrantes da bancada evangélica a votar contra a aprovação da lei na Câmara. Em entrevista à Folha de S.Paulo, Feliciano criticou a aprovação da lei, classificando-o como inócuo e afirmando que a lei impede os pais de “colocar limites” em seus filhos.

- É um projeto socioeducativo, mas inócuo. Não traz nada de novo na legislação brasileira. Passa a imagem de que o pai não pode tomar nenhuma medida punitiva em relação aos seus filhos – afirma o deputado.

Afirmando se tratar de “um projeto para inglês ver”, Marco Feliciano diz ainda que o projeto só causa confusão, e que o Estatuto da Criança e do Adolescente já prevê tudo o que a nova lei aborda. Ele afirma que muita intriga foi feita sobre o texto da lei, mas que a aprovação da lei “só serve para amedrontar pai e mãe”.

O deputado afirma ainda que o uso de palmadas como medida corretiva é algo “de foro íntimo”, e que os pais precisam “colocar limites” em seus filhos, para não “pagar o pato” mais tarde.

- Pais e mães amam seus filhos. Não vão, em sã consciência, espancá-los. É preciso colocar limites senão teremos crianças mimadas e nós, com os cabelos brancos, vamos pagar o pato – resume Marco Feliciano.

Fonte: Gospel +

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Campo de Lavras/MG está em semana de comemoração pelos 80 Anos de Vida e 57 Anos de Ministério Pastoral do Pr. Antonio L Cerqueira.

A semana de festividade tem início no dia 08 e vai até o dia 15 de junho, onde as igrejas do campo e as congregações de Lavras estarão prestando suas homenagens ao nosso pastor.

A programação completa pode ser visualizada no site Jesus Salva, clicando aqui.

A Associação dos Advogados de São Paulo realizou na última terça-feira (21) um seminário sobre a liberdade religiosa que contou com a participação do jurista Ives Gandra Martins.
Em sua palestra, Gandra falou sobre o Estado laico, lembrando a todos que o termo não significa que o Estado é ateu ou agnóstico.

Na explicação, o jurista afirmou que a laicidade quer dizer que o Estado está desvinculado de qualquer incidência direta das instituições religiosas de qualquer credo. Gandra lembrou, porém, que a Constituição foi promulgada sobre a proteção de Deus. “A Igreja Católica, os evangélicos ou judeus não estiveram lá [na Assembleia Constituinte] como instituições. Foram os cidadãos, de acordo com suas convicções, eleitas pelo povo, que definiram contra o voto daqueles que não acreditavam em Deus”, afirmou o jurista.

Ives Gandra Martins foi apresentado pelo diretor cultural da Aasp, Luís Carlos Moro, como o “papa do universo jurídico”, tamanho a sua experiência e relevância no meio. Em sua palestra ele fez alguns questionamentos sobre a liberdade de expressão e seus contrastes. “Quando se diz que, em um Estado laico, quem tem religião não tem voz — porque vai levar suas convicções —, a pergunta que se faz é: e aqueles que têm convicções diferentes, quando levam suas convicções, com que direito levam, em um país em que a liberdade de expressão é absoluta?”

Em um país democrático o que acontece em relação à convivência entre as crenças é que as pessoas podem racionar de formas diferentes, o que não acontece, como lembra Gandra, em teorias como o marxismo, comunismo, nazismo, fascismo e nas ditaduras islâmicas.

“A democracia é a convivência das convicções de cada, fazendo com que prevaleça o pensamento das pessoas que terminam sendo a maioria e sempre, evidentemente, com o respeito das minorias, desde que não sejam conflitantes”, afirmou o jurista.

Ele também é contra os pedidos de retirar símbolos religiosos de repartições públicas. “Todos que têm preconceitos contra símbolos religiosos, de qualquer religião, são, a meu ver, [pessoas] complexadas.”

Na visão do jurista se a presença de símbolos religiosos em prédios públicos for um problema será necessário mudar o nome dos estados de São Paulo, Santa Catarina, Espírito Santo e ainda destruir o Cristo Redentor, o maior cartão postal do Brasil.

Igrejas e o assistencialismo

Depois que explicou sobre a democracia e a diferença entre o Estado laico e ateu/agnóstico, Ives Gandra Martins destacou a importância do trabalho assistência exercido pelas igrejas, em especial pela Igreja Católica.

Usando dados do Vaticano ele lembrou que em todo o mundo a Igreja toma conta 165 associações nacionais de caridade, 5 mil hospitais, 17,5 mil ambulatórios além de educar 12 milhões de crianças na África.

“Com uma carga tributária de 37%, nós temos serviços públicos de péssima qualidade. Essas instituições religiosas fazem o que os governos deveriam fazer com nossos recursos e não fazem”, disse.

Gandra criticou a falta de espaço na imprensa para falar sobre esses trabalhos que as igrejas realizam. “É interessante notar que todo esse trabalho que se faz não aparece nos jornais.”

Fonte: Gospel Prime - Com informações de Conjur.

Jovens Consagrados